Feliz 2018! – Deputado Aleluia

Feliz 2018!

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Feliz Ano Novo! O ano de 2018 se inicia com a inflação mais baixa desde 1999: 2,8%. A taxa de juros também é a menor dos últimos tempos: 7%. A economia reage e o viés é de recuperação do crescimento que atingiu 1,1% nos últimos 12 meses, o dobro da expectativa inicial que se tinha para o período. Os empregos resurgem.

Muito obrigado, Ano Velho! Peço permissão para alterar o refrão da tradicional canção do réveillon, porque 2017 foi o ano da semeadura de tudo de bom que vamos colher em 2018. Claro que temos ainda muito a plantar neste ano, a começar pela reforma da previdência, para fazer prosperar o círculo virtuoso que se inicia.

Em 2017, o Brasil definitivamente desviou da rota que o levava ao abismo. A insistente cantilena populista que nos conduzia ao desastre bolivariano, que afundou a Venezuela no terror e na fome, foi substituída pela responsabilidade fiscal. Aprovamos um teto para frear a farra de irresponsáveis gastos públicos.

Os números não mentem e comprovam os resultados positivos das mudanças a partir de 2016 com o fim do populismo petista, que nos legou três anos de uma recessão profunda. Nunca antes na história do Brasil isso acontecera. Mas a vontade popular, expressa nas manifestações de milhões de brasileiros nas ruas, prevaleceu e a esperança está viva.

O Brasil hoje recupera a credibilidade externa e volta a atrair investimentos. A avaliação do risco de nosso país que, em 2016, era de 376 pontos caiu a 242. Os resultados da Bolsa de Valores (Ibovespa) avançaram. Pularam de 53.241 para 76.989 pontos. As exportações aumentaram de US$ 73 bilhões para US$ 200 bilhões. Na mesma toada, seguiram as importações, de US$ 54 bi para US$ 138 bi. A balança comercial, por sua vez, apresentou superávit de US$ 62 bi contra US$ 20 bi em 2016.

Depois de sofrer longa retração, a produção industrial brasileira começou a reagir. Em 2017, já apresentou resultados positivos. A indústria automobilística, que fechara 2016 com a redução de 24,3%, expandiu em 27,1% o número de veículos produzidos. Essa nova dinâmica reflete na população ocupada, que passou de 89,8 milhões para 91,5 milhões de pessoas.

Trata-se, portanto, de uma singular combinação de resultados que nos permite vislumbrar um vasto período de prosperidade no horizonte. Mas, para transformar essa possibilidade em realidade, precisamos continuar dando passos responsáveis, como agora em fevereiro, quando será votada a reforma da previdência.

O passo decisivo, no entanto, para o futuro do Brasil será dado ao final deste Ano Novo, quando o povo brasileiro vai expressar nas urnas o que deseja para o seu país nos próximos anos. Afinal, se “os artistas são a antena da raça”, como afirmou o escritor Ezra Pound, podemos dizer que os políticos são a bússola da sociedade.